“Turismo Acolhe” tem disponíveis 318 unidades em empreendimentos e AL

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Foto por: Hotel room at a luxury resort
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O programa do Turismo de Portugal que pretende assegurar alojamento de emergência às famílias afetadas pelas tempestades tem agora 318 unidades disponíveis, em 48 empreendimentos turísticos e alojamento local, indicou a entidade à Lusa.

Segundo avançou fonte oficial do Turismo de Portugal à Lusa, às 11:30 de hoje estavam disponíveis 318 unidades de alojamento em 30 concelhos, das quais 208 disponibilizadas por 24 empreendimentos turísticos e 110 unidades disponibilizadas por 24 AL (alojamento local).

Na terça-feira, o Turismo de Portugal anunciou um novo programa de alojamento de emergência em estabelecimentos turísticos para as populações afetadas pela depressão Kristin, chamado de “O Turismo acolhe”, visando responder às necessidades imediatas de habitação nos 68 concelhos incluídos no estado de calamidade.

O programa tem como beneficiários pessoas com residência principal num dos concelhos abrangidos pela situação de calamidade e cuja necessidade de alojamento temporário seja comprovada por declaração emitida pela respetiva câmara municipal.

Dirige-se ainda a trabalhadores de entidades públicas e associações destacados para os trabalhos de reconstrução nos concelhos em causa, desde que as despesas não estejam cobertas pelas respetivas entidades.

A gestão integral do programa – que vigora até 28 de fevereiro, mas pode ser prorrogado em função da evolução da situação e da avaliação das necessidades – é assegurado pelo Turismo de Portugal, que assume também o pagamento às empresas aderentes que pretenderem aceder ao apoio financeiro, assim como a monitorização da correta implementação da medida.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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