Mural assinalou Dia Municipal para a Igualdade em Santarém

6 Dezembro 2023, 18:42 Não Por Redacção

Com o objetivo de assinalar o “Dia Municipal para a Igualdade” a Câmara Municipal de Santarém inaugurou recentemente um Mural na cabine elétrica junto à rotunda da Praceta Habijovem, em São Domingos.

Ricardo Gonçalves, Presidente da Câmara Municipal de Santarém (CMS), Nuno Russo, Vereador da CMS, Nuno Nabo, Gestor Operacional da Manutenção da E-Redes, para além da equipa do projeto oficINa-Arte Bruta Inclusiva, do Hospital Distrital de Santarém, Márcia Almendra, da Associação Re.Inserir, Cidália Piedade, do Projeto Re.Inserir, entre outras pessoas que se associaram ao evento.

Ricardo Gonçalves começou por dar os parabéns a equipa que produziu o mural, lembrando da importância da Igualdade, passando a agradecer o trabalho que têm feito. “Tive a oportunidade de visitar a exposição que está patente nos corredores do Hospital Distrital, há dois ou três meses, e foi fantástico”. O Presidente da CMS apelou para que “deem continuidade a este projeto, porque para nós é um orgulho. Agora não é preciso ir ao Hospital para ver alguns dos vossos trabalhos, basta passarem aqui em São Domingos para verificarem o resultado do vosso talento”, reiterou.

Para assinalar esta data, foi projetada a iniciativa “Pintura de Mural”, na cabine de eletricidade sita na Rotunda da Praceta Habijovem, em São Domingos, uma colaboração entre o Município de Santarém, a E-Redes e a Associação R.Inserir, através do projeto oficINa-Arte Bruta Inclusiva, onde os artistas trabalharam a temática da igualdade, através da arte, sensibilizando a comunidade em geral.

De referir que, esta iniciativa visa sensibilizar a comunidade para a temática da igualdade de género, para a igualdade de direitos, de liberdades, de oportunidades, de escolhas, de participação, de reconhecimento e de valorização de mulheres e de homens, em todos os domínios da sociedade.

A desigualdade de género tem a sua raiz na subvalorização social pelo feminino e pelas mulheres, exceto no que diz respeito às funções específicas de reprodução. Este fator tem sido a base na desigualdade histórica entre homens e mulheres e, repercutindo-se também na prevalência da violência contra mulheres e violência doméstica, apesar dos progressos atingidos em muitos países do mundo, ele persiste e pode reproduzir-se através dos novos meios tecnológicos de comunicação. Hoje, a igualdade entre mulheres e homens é considerada em todo o mundo uma questão de Direitos Humanos e uma condição de justiça social, necessária para que as sociedades se tornem mais modernas e mais equitativas. É, por isso, um requisito para o desenvolvimento e a paz e, nos países democráticos, uma condição para o exercício efetivo e pleno da cidadania.

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