A Unidade Local de Saúde da Lezíria integra o grupo restrito das três primeiras unidades de saúde em Portugal a implementar o novo modelo de resiliência ciberorganizacional, no âmbito do exercício “Ciber Saúde 2026”.
A iniciativa, promovida pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, decorreu no passado dia 26 de fevereiro, na FIL, em Lisboa, reunindo diversas entidades do setor com o objetivo de reforçar a capacidade de resposta a ameaças digitais e garantir a continuidade dos serviços críticos.
A participação da ULS da Lezíria neste grupo pioneiro evidencia o compromisso da instituição com a modernização tecnológica e a segurança da informação. “A tecnologia ao serviço da saúde só é verdadeiramente eficaz quando é segura. Ser pioneiro nesta área é reforçar a confiança dos nossos utentes e assegurar a integridade dos serviços que prestamos”, destacou Pedro Teixeira.
A representar a unidade estiveram o próprio Pedro Teixeira e o especialista de sistemas e tecnologias de informação Artur Botas, que participaram nos testes de resiliência e na partilha de boas práticas com outras entidades do Serviço Nacional de Saúde.
Segundo a ULS, esta participação permitiu “validar e reforçar os protocolos internos”, contribuindo para a implementação progressiva de estratégias de cibersegurança em todo o ecossistema do SNS.
O exercício “Ciber Saúde 2026” assenta na realização de simulações e testes de stress, com o objetivo de melhorar a prevenção, deteção e resposta a incidentes cibernéticos, promovendo a articulação entre equipas técnicas e direções hospitalares.
Para a ULS da Lezíria, integrar este grupo representa uma abordagem proativa na gestão de risco e um reforço da proteção da informação clínica dos cidadãos, garantindo que os sistemas que suportam a prestação de cuidados de saúde são cada vez mais robustos e resilientes.






