Anúncio 0

Santarém transforma-se num palco gigante durante três meses de cultura, música e espetáculos

Por 

Anúncio 1

O concelho de Santarém volta a acolher o In.Santarém – Festival das Artes e da Cultura, uma programação descentralizada que prevê dezenas de iniciativas em vários espaços do centro histórico, da cidade e das freguesias, anunciou hoje a autarquia.

Na apresentação oficial, que decorreu no largo da Marvila, o diretor do Teatro Sá da Bandeira, Tiago Fernandes, destacou que o festival foi pensado para “levar a cultura a diferentes espaços, a diferentes comunidades e a diferentes públicos”, ao longo de três meses de programação contínua.

Segundo o responsável, a iniciativa, que decorre entre hoje e 20 de setembro, integra “concertos, artes de rua, atividades para famílias, para jovens, iniciativas comunitárias e momentos de encontro e celebração”, procurando afirmar a cultura como um “espaço agregador e acessível a diferentes gerações”.

A edição deste ano volta a estruturar-se em vários eixos programáticos, entre os quais os “Grandes Momentos”, que incluem alguns dos principais eventos do verão escalabitano, capazes de “reunir milhares de pessoas à volta da cultura” e afirmar “o território no panorama artístico nacional”.

Entre os destaques anunciados está o espetáculo “Deixem o Pimba em Paz”, do comediante Bruno Nogueira, e o concerto do cantor português Dillaz, marcado para 24 de julho no Largo do Seminário.

O Festival de Estátuas Vivas regressa nos dias 07, 08 e 09 de agosto, com mais de 20 artistas portugueses e estrangeiros, transformando o centro histórico “numa galeria ao ar livre”.

Como novidade, a organização introduziu na programação a iniciativa “Noite Branca”, que decorrerá no Jardim da República com um programa que inclui música, DJ e atuações de artistas locais e convidados, com uma “forte aposta na animação noturna e na participação do público”.

Outro dos eixos, “A Cidade como Palco”, pretende levar espetáculos para o espaço público, com propostas de circo contemporâneo, marionetas e artes performativas, promovendo a “relação entre os artistas, o espaço urbano e os espetadores”.

Já o programa “Património Vivo” aposta na valorização da história e identidade locais, com visitas guiadas e iniciativas que cruzam “tradição e criação contemporânea”, bem como com momentos dedicados ao folclore e às tradições ribatejanas.

A programação inclui ainda atividades regulares para famílias e jovens, como ações da Biblioteca Municipal, sessões de cinema ao ar livre e iniciativas de bem-estar, assim como projetos direcionados “à nova geração”, entre os quais o festival Afro House Djem, que envolverá jovens do concelho em várias sessões ao longo do verão.

A descentralização cultural é outra das apostas, com espetáculos distribuídos por diferentes freguesias, abrangendo áreas como o teatro visual, o circo, a música e as artes de rua, aproximando a oferta cultural das populações fora da cidade.

O festival encerra a 20 de setembro com o espetáculo “Ópera para Todos”, no Centro Nacional de Exposições, iniciativa que visa aproximar o público deste género musical.

Tiago Fernandes sublinhou que o In.Santarém resulta de uma articulação entre o município e o tecido cultural local, envolvendo associações, coletividades e agentes artísticos, defendendo que “a cultura só faz sentido quando é partilhada” e vivida pelas comunidades.

O presidente da Câmara de Santarém, João Leite, sublinhou a importância do festival enquanto motor de dinamização económica e turística, destacando que uma programação alargada ao longo de três meses permite promover o território junto de públicos mais vastos.

O autarca defendeu ainda que a aposta na animação cultural em espaço público contribui para revitalizar os centros urbanos, tornando-os “mais vivos” e atraindo visitantes, com impacto na economia local e na atividade turística.

Por 

Anúncio 4
Anúncio 6
Anúncio 8
Anúncio 9

Conteúdo relacionado

Partilhar notícia

Partilhe através das redes sociais:

ou copie o link:

[current_url]