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Reivindicações dos árbitros de futebol da categoria C3 remetidas à direção da FPF

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Foto por: Referee showing a red card to a displeased football or soccer player while gaming isolated on white studio background. Concept of sport, rules violation, controversial issues, obstacles overcoming.
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As reivindicações dos árbitros de futebol da categoria C3 serão remetidas à direção da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), depois de terem sido debatidas com o Conselho de Arbitragem (CA), disse hoje à Lusa fonte próxima do processo.

Depois do impasse no arranque do curso de reciclagem, em Tomar, na segunda-feira, os 22 árbitros da Liga 3 aceitaram discutir as reivindicações financeiras após o curso, que terminou hoje.

Segundo a mesma fonte, Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) e CA da FPF decidiram, na reunião de hoje, que, tal como nos juízes das competições profissionais (C1 e C2), vai ser criada uma comissão para analisar as propostas, que vão ser remetidas para a direção liderada pelo ex-árbitro Pedro Proença.

As ações de reciclagem e avaliação da arbitragem são um encontro de formação obrigatória promovido pelo CA da FPF para testar e atualizar as capacidades físicas, teóricas e técnicas dos agentes do setor.

Este ‘boicote’ dos árbitros do terceiro escalão ocorreu poucos dias depois de os árbitros das competições profissionais (C1 e C2) terem suspendido estas ações de formação, também na cidade nabantina, então por causa de declarações do atual presidente da FPF, Pedro Proença, sobre os elementos do setor.

Na passada sexta-feira, Proença reuniu-se com os árbitros das competições profissionais, em Tomar, tendo, no encontro, lamentado o sucedido e apresentado explicações para as suas críticas à arbitragem portuguesa, em áudios que remontavam a 2024.

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