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PSD de Alpiarça está há onze semanas em dívida com empresário que organizou festa de final de campanha

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Foto por: Facebook PSD Alpiarça
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O PSD de Alpiarça ainda não pagou o serviço prestado pelo Moonshine Bar, espaço onde o partido realizou a festa de final da campanha autárquica de 2025, segundo revelou o empresário, Jay Venakki, através da rede social Facebook.

Segundo o proprietário do espaço o partido está há quase três meses para efetuar um pagamento de 550 euros relativo à organização da festa que se realizou a 10 de outubro e que contou com oferta de gin e cerveja artesanal aos participantes.

Na publicação, Jay Venakki acusa o partido de serem “caloteiros” e afirma que lhe foi transmitido pelo partido que o pagamento seria feito “imediatamente”, algo que não aconteceu. O empresário refere ainda que os sociais democratas alpiarcenses alegam não ter dinheiro disponível para proceder ao pagamento.

“Uma micro empresa como a nossa continua á espera de pagamento (se bem que nós já pagamos a todos os fornecedores e IVA ao estado) mas esta organização de sem vergonhas, continua a recusar pagar a quem deve”, lamenta Jay Venakki que afirma ainda que vai fazer a publicação semanalmente até que “paguem a sua dívida”.

O PSD de Alpiarça já reagiu em comunicado, também através da sua página na mesma rede social. A missiva, também partilhada na página pessoal do cabeça de lista e candidato à corrida autárquica pelo PSD, Tiago Carqueijeiro, acusa o empresário de estar a mentir ao afirmar que lhe foi dito que o pagamento seria feito imediatamente e que terá sido informado desde o primeiro momento “que o pagamento da fatura associada ao evento realizado em Alpiarça poderia levar algum tempo a ser processado, devido aos procedimentos internos e às regras administrativas que obrigam à verificação e validação de todas as despesas”.

O partido afirma ainda que está a ultimar a burocracia interna e que o pagamento será feito em breve, ainda assim não estipulando um prazo para que isso aconteça.

“O PSD é altamente auditado pelo Tribunal de Contas, pelo que não existe margem para falhas nos procedimentos. As entidades prestadoras de serviços são informadas dos prazos, que dependem da subvenção estatal, e devem contar com essa realidade ao planear a prestação dos seus serviços”, refere ainda o comunicado.

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