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Proteção Civil de Vila Franca de Xira alerta para chuva forte, vento e risco de cheias

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Foto por: Vilafrancadexiraviva
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A informação meteorológica disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera, pela Agência Portuguesa do Ambiente e pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil aponta para “precipitação persistente, e por vezes forte, a agitação marítima e o vento forte” nos próximos dias.

Segundo o comunicado divulgado pelo Serviço Municipal de Proteção Civil de Vila Franca de Xira, para esta quinta-feira, 12 de fevereiro, estão previstos “períodos de chuva a partir do fim da tarde, por vezes forte”, bem como “vento até 30 km/h de oeste/sudoeste, soprando até 45 km/h nas terras altas, e no final do dia na faixa costeira, com rajadas de 70/80 km/h”.

Já para sexta-feira, 13 de fevereiro, a previsão indica “períodos de chuva persistente, e por vezes forte, passando a regime de aguaceiros a partir da manhã, queda de granizo e ocorrência de trovoada”. O vento deverá soprar “até 30 km/h de sudoeste, rodando para noroeste, soprando até 50 km/h no litoral e nas terras altas, com rajadas até 80 e 100 km/h, respetivamente”.

A Proteção Civil municipal alerta que “os principais riscos continuam a incluir cheias rápidas em meio urbano, galgamentos em zonas ribeirinhas, instabilidade de vertentes e derrocadas, quedas de árvores e estruturas, bem como perturbações na circulação rodoviária e ferroviária”.

No que respeita à bacia do Rio Tejo, o comunicado refere a existência de “caudais superiores aos habituais”, encontrando-se a situação hidrológica “de alerta, com a probabilidade de cheias”. É ainda salientado que se prevê “um aumento da velocidade da escorrência das águas em virtude da menor capacidade de absorção dos terrenos”, havendo “perigo para todas as atividades humanas realizadas no leito do rio e perigo potencial para aquelas que se realizem nas margens”.

Recomendações à população

Face ao agravamento das condições atmosféricas, o Serviço Municipal de Proteção Civil deixa várias recomendações.

Relativamente à possibilidade de inundações em zonas urbanas, alerta que “a acumulação de águas pluviais pode ocorrer devido à obstrução de sarjetas, sumidouros e sistemas de drenagem por lixo, folhas e outros detritos”, situação que pode provocar “alagamentos, cortes de vias e inundações em garagens, caves e pisos inferiores dos edifícios”.

Entre as medidas de precaução, recomenda-se que a população “proceda à limpeza de sarjetas, caleiras, algerozes, quintais e varandas”, que não deposite lixo nos sistemas de drenagem, que retire viaturas e bens de zonas habitualmente inundáveis e que evite circular em locais suscetíveis a alagamentos.

Quanto ao risco de cheias em rios e ribeiras, é aconselhado que se afastem “pessoas, animais e bens das zonas ribeirinhas”, que não se atravessem zonas inundadas “mesmo que a água pareça pouco profunda” e que sejam respeitadas as indicações das autoridades.

A instabilidade de terrenos é outro dos perigos identificados, já que “a chuva intensa pode aumentar o risco de deslizamentos de terras, derrocadas e quedas de árvores ou pedras, sobretudo em zonas de maior declive ou afetadas por incêndios recentes”. A Proteção Civil apela a que se redobre a atenção junto a taludes e encostas, se evite a permanência em locais com sinais de instabilidade e se comuniquem situações de risco aos serviços municipais.

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