O Orçamento Participativo (OP) de Azambuja para o ano de 2025, dotado de 120 mil euros, registou uma adesão “sem precedentes” por parte da população, tendo sido aprovados oito projetos entre 26 propostas, anunciou hoje a autarquia.
Numa nota hoje divulgada, a Câmara Municipal de Azambuja, no distrito de Lisboa, informou que a edição deste ano do OP “confirmou a tendência de crescimento deste projeto municipal (…), registando uma adesão sem precedentes por parte da população”.
Com uma verba global de 120 mil euros, foram aprovados os oito projetos mais votados, que correspondem a um investimento total de 111.801,37 euros, refere a nota.
Este ano, foram a votação 26 projetos, submetidos por munícipes do concelho, participando 701 votantes.
No total, foram contabilizados 1.113 votos válidos, correspondendo a um crescimento de 535% em relação a 2024: “um resultado notável, que reforça o envolvimento da comunidade na construção do futuro coletivo”.
Segundo a autarquia, podem vir ainda a ser executados outros projetos, por ordem de votação, desde que tenham cabimento na verba disponível, tendo em conta que a margem “poderá variar em função da evolução dos preços de bens e serviços em 2026, podendo influenciar o montante final de execução”.
Entre os projetos mais votados encontra-se a renovação das salas da EB Vale do Brejo – Aveiras de Cima (14.250 euros), bem como a renovação do refeitório e ATL da EB Vale do Brejo (14.538 euros).
Será ainda realizada a requalificação da Fonte – Alcoentre (10.141 euros), a criação de espaço de lazer “Descobrir e Vivenciar os Casais dos Britos”, na Azambuja (14.871 euros), e um Parque Canino do Vale da Rosa, em Aveiras de Baixo (15 mil euros).
Foram também aprovados os projetos de requalificação do Jardim da Socasa, na Azambuja (15 mil euros), do Parque Recreativo e Desportivo Vale da Rosa, em Aveiras de Baixo (15 mil euros), e do Campo de Futebol 5 dos Casais da Lagoa, também em Aveiras de Baixo (13 mil euros).
Segundo a autarquia, o Orçamento Participativo de Azambuja tem vindo, ao longo das suas edições, “a afirmar-se como um instrumento essencial de proximidade entre a autarquia e os cidadãos, permitindo que cada munícipe contribua ativamente para a melhoria das condições e qualidade de vida nas suas localidades”.





