A Infraestruturas de Portugal está a avançar com a modernização dos sistemas de sinalização ferroviária nas estações de Alverca e Azambuja, no âmbito de uma empreitada integrada no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que visa reforçar a eficiência e segurança da rede ferroviária nacional.
Os trabalhos foram recentemente acompanhados no terreno pela Estrutura de Missão Recuperar Portugal, durante uma visita à Estação Ferroviária da Azambuja, situada na Linha do Norte.
A intervenção integra o projeto “Linha de Cintura e Linha do Norte: estações de concentração de Campolide, Oriente, Alverca e Azambuja; sinalização (digitalização do transporte ferroviário)”, que representa um investimento global de 95 milhões de euros.
O objetivo da obra passa por substituir os atuais sistemas eletrónicos de sinalização, preparando estas estações para uma rede ferroviária mais moderna e compatível com a futura ligação de alta velocidade entre Lisboa e Porto.
Nas estações de Estação Ferroviária de Alverca e Azambuja, a modernização traduz-se na instalação de novos equipamentos digitais de controlo e gestão da circulação ferroviária, capazes de melhorar a fiabilidade das operações e aumentar os níveis de segurança.
O projeto inclui também a digitalização do transporte ferroviário, o desenvolvimento de um módulo de transmissão específica, bem como a implementação de sistemas de cibersegurança e de telecomunicações avançadas, fundamentais para garantir a interoperabilidade da rede e a modernização tecnológica do sistema ferroviário.
Durante a visita técnica foram apresentados os novos equipamentos já instalados, o estaleiro e o armazém utilizados na empreitada, além dos processos técnicos que estão em curso ou previstos para as próximas fases da intervenção.
A iniciativa integra a Componente 15 – Mobilidade Sustentável, inserida na dimensão de Transição Climática do PRR, que tem como objetivo promover soluções de mobilidade mais eficientes e ambientalmente sustentáveis.
Com esta intervenção, as estações de Alverca e Azambuja passam a integrar uma rede ferroviária mais moderna, alinhada com os desafios da mobilidade do futuro. A modernização permitirá melhorar a gestão da circulação de comboios, reforçar a segurança da exploração ferroviária e aumentar a fiabilidade do serviço prestado aos passageiros, num dos corredores ferroviários mais importantes do país.




