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Mau tempo: A1 cortada no sentido sul-norte em vários pontos entre Torres Novas e Pombal

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A Autoestrada 1 (A1) continuava hoje pelas 14:00 cortada em vários pontos e condicionada entre os nós de Torres Novas (Santarém) e Pombal (Leiria), principalmente no sentido sul-norte, devido à queda de árvores, indicaram a GNR e a Brisa.

Segundo disse à Lusa fonte oficial da Guarda Nacional Republicana (GNR), “devido à queda de árvores”, a circulação na A1 decorre “com dificuldades e corte de via entre o nó de Torres Novas e Pombal”, afetando “ambos os sentidos” para a realização de “trabalhos de limpeza da via”.

A mesma fonte acrescentou ter indicação de que a via “está cortada”, apesar de “períodos em que deram movimento às viaturas”, mas houve necessidade de voltar a suspender a circulação.

A Brisa Concessão Rodoviária informou, em comunicado, que “devido um incidente, a circulação na A1 está cortada ao quilómetro 153 (sentido norte-sul), entre os nós de Pombal e de Leiria.

Contactada pela Lusa, fonte oficial da Brisa disse não ter informação sobre o tipo de “incidente” que motivou o corte da circulação.

Anteriormente, fonte da GNR disse à Lusa que a A1 estava cortada no sentido sul-norte junto à saída para Fátima, no distrito de Santarém, para limpeza de detritos provocados pelo mau tempo, ao quilómetro 94.

No comunicado, a Brisa informou também que, além da A1, o trânsito estava cortado no nó de entrada da A23, que liga Torres Novas à Guarda.

A passagem da depressão Kristin por território português deixou um rastro de destruição, causando pelo menos três mortos diretamente relacionados com os efeitos do mau tempo, dois em Leiria e um em Vila Franca de Xira, no distrito de Lisboa, além de vários desalojados.

O autarca de Leiria apontou ainda a existência de mais dois mortos no concelho devido a paragens cardiorrespiratórias, estando a ser apurado se têm alguma relação com a tempestade.

Os distritos mais afetados foram Leiria (por onde a depressão entrou no território continental), Coimbra, Santarém e Lisboa.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações, foram as principais consequências do temporal.

A Proteção Civil está em estado de prontidão especial para nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, e há avisos meteorológicos vermelhos (nível mais grave) em toda a costa do continente.

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