Hélder Silva afirma que fenómenos extremos devem ser discutidos “em tempos calmos”

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O comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil, Hélder Silva, destacou que é crucial discutir proteção civil e fenómenos extremos “em tempos calmos”, para permitir uma análise cuidada do risco, o conhecimento das ferramentas e a capacitação tanto dos agentes como da população. Sublinhou a importância da antecipação, dando como exemplo as tempestades recentes em que o sistema teve algumas horas para se preparar e voltou a mostrar-se capaz de responder a qualquer situação.​

As declarações foram feitas à margem do seminário “Resiliência Climática e Proteção Civil” que decorreu na quarta-feira, 18 de março, no auditório da Casa Museu dos Patudos, em Alpiarça.

Sobre o socorro no futuro, Hélder Silva defendeu que a tecnologia vai trazer mais informação e ferramentas, mas que a decisão tem de continuar centrada no ser humano, cabendo ao decisor analisar a informação e não deixar que “seja a informação a ditar a decisão”. Comentando a prioridade da adaptação às alterações climáticas, o responsável explicou que o sistema já está montado para responder de forma coordenada, com informação partilhada em tempo real, briefings regulares e todos os agentes preparados para atuar assim que o evento ocorre.​

Hélder Silva realçou ainda o papel dos treinos e simulacros, bem como da formação contínua, para que cada agente conheça o seu papel no terreno. Admitiu que “a primeira coisa a falhar é sempre o plano”, mas considerou essencial ter a estrutura definida e testada, de forma a que, no momento real, a resposta seja sobretudo uma adaptação à realidade.

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