A Golegã acolheu, no dia 25 de fevereiro, na Casa-Estúdio Carlos Relvas, a Assembleia Eletiva da Associação de Municípios Portugueses do Cavalo, num encontro que reuniu representantes de vinte municípios de todo o país e que evidenciou a forte representatividade institucional do setor.
Segundo a nota de imprensa divulgada, a sessão contou com “especial destaque para a presença dos Presidentes de Câmara e de vários autarcas, num momento de forte representatividade institucional do setor”.
O ponto alto da reunião foi a eleição e recondução dos órgãos sociais para o quadriénio 2026-2029, tendo a presidência da Direção sido novamente atribuída ao Município da Golegã. A mesma nota sublinha que esta decisão “reforça o reconhecimento nacional do nosso Concelho como referência do mundo equestre”.
Seguiu-se a reunião do Conselho Diretivo, já presidida pelo reeleito presidente da Câmara da Golegã, onde foram discutidas “deliberações essenciais e estratégicas para o crescimento da Associação, junto das comunidades e do território nacional e internacional”.
Entre os temas em análise destacou-se o trabalho desenvolvido nos primeiros meses de atividade da entidade em 2025, um período “marcado sobretudo pela organização interna, pela definição de estratégias e pela criação de bases de cooperação entre Municípios”.
Foram também apresentadas as linhas de ação previstas para 2026, com prioridade à “promoção da atividade equestre, à valorização dos territórios e do património associado ao cavalo, ao reforço da cooperação intermunicipal e à dinamização turística e cultural”. Neste âmbito, está prevista “a implementação de iniciativas de âmbito nacional e internacional, a criação de plataformas digitais, o desenvolvimento de projetos temáticos e a organização de eventos, com especial relevância nos Municípios associados”.
A assembleia aprovou ainda a entrada de novos membros, decisão que, de acordo com a nota, “reforça a abrangência e a capacidade de intervenção da Associação”.
Com estas deliberações, a Associação de Municípios Portugueses do Cavalo “consolida a sua missão de valorizar o cavalo como património cultural, económico e identitário de Portugal”, promovendo iniciativas conjuntas, estimulando o desenvolvimento local e fortalecendo a cooperação entre territórios com tradição equestre, numa estratégia de afirmação nacional e internacional do setor.





