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Coruche regista descida do nível das águas

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A Câmara de Coruche informou hoje que a descida do nível das águas está a aliviar a situação no concelho, assegurando que todas as mesas de voto estão a funcionar normalmente e sem quaisquer constrangimentos.

Em comunicado, o município refere que a monitorização mais recente confirma que as águas se “encontram em fase de descida”, mas alerta que continuam interditos vários arruamentos das zonas ribeirinhas, apelando para o “cumprimento rigoroso” das indicações das autoridades.

A autarquia informa igualmente que a Ponte de Santa Justa já foi reaberta à circulação. Mantêm-se, porém, encerrados à circulação o troço da Estrada Nacional(EN) 119 entre Quinta Grande e Biscainho e a EN 114 na travessia do Vale do Sorraia para veículos pesados, com exceção de veículos de emergência e viaturas municipais.

Segundo o município, o ato eleitoral decorre sem qualquer perturbação, estando “todas as mesas de voto a funcionar normalmente” e “totalmente acessíveis”, não se registando constrangimentos ao exercício do direito de voto.

Esta nota surge na sequência do aviso emitido pelo município no sábado, no qual a Câmara Municipal alertava para o risco de cheia nas zonas mais baixas da vila, devido às mais recentes informações sobre as descargas das barragens de Maranhão e Montargil, prevendo-se então uma situação idêntica à registada na passada quinta‑feira.

A Câmara reforça o apelo à adoção de comportamentos de segurança e de autoproteção, recomendando que seja evitada a circulação em zonas ribeirinhas e que sejam respeitadas todas as orientações no terreno.

Catorze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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