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Coruche pode perder espólio do arquiteto Ribeiro Telles por falta de espaço e inércia da Câmara Municipal

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O concelho de Coruche pode perder o acesso ao espólio do Arquiteto Gonçalo Ribeiro Telles, depois da família estar há cerca de dois anos e meio à espera de uma definição da autarquia sobre um lugar para o acolher, e estar agora em conversações com a Universidade de Évora, que se demonstrou disponível para acolher os documentos de um dos mais prestigiados nomes da arquitetura portuguesa, e que dedicou muitos anos a Coruche.

A questão foi tornada pública por Dionísio Mendes, na primeira reunião da Câmara Municipal de Coruche. O vereador independente questionou em que ponto se encontrava a receção do espólio do arquiteto Ribeiro Telles, cuja família havia em 2023 demonstrando interesse em que ficasse em Coruche, dada toda a sua ligação a este território.
O autarca alertou que em risco está Coruche perder, para a Universidade de Évora, um património histórico, que poderia ser bastante útil a Coruche a vários níveis.

Dionísio Mendes, demonstrando-se bastante conhecedor do processo, lamentou que a autarquia em dois anos e meio não tenha encontrado um espaço para acolher os cerca de 200 metros lineares que compõem o espólio, algo que, segundo as suas palavras, está a deixar a sua família descontente, e inclinada para doar à Universidade de Évora, com quem irá reunir em breve, os documentos que fazem parte da história recente de Coruche e de Portugal.

Para o recém eleito esta atitude da autarquia demonstra uma “falta de visão”, e pode levar Coruche a perder um património valiosíssimo, pelo que é determinante que seja tomada uma posição imediata por parte da autarquia.

Susana Cruz, vereadora do PS que transita do anterior executivo, e que tem a pasta da cultura, reconheceu que têm decorrido conversações com a família, e que foram sugeridos alguns espaços, que se têm demonstrado diminutos face às necessidades.

Segundo a autarca o contacto continua a existir, e houve até a possibilidade de Coruche ficar só com o espólio relativo ao seu território, o que pareceu não ter agradado aos familiares.

A autarca reconheceu que é necessário dar uma resposta urgente à situação, e encontrar-se um espaço para acomodar o legado do arquiteto Ribeiro Telles.

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