O Conselho Regional da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo reuniu se na manhã de 10 de fevereiro, no auditório da instituição, em Évora, para eleger o Conselho Permanente daquele órgão e o novo vice presidente da CCDR Alentejo.
De acordo com a informação divulgada, a reunião decorreu ao abrigo do disposto no n.º 4 do artigo 13.º da Lei Orgânica das CCDR, tendo os membros presentes com direito a voto escolhido Roberto Grilo para o cargo de vice presidente da CCDR Alentejo, I.P., e Hermínia Vilar, reitora da Universidade de Évora, para presidente da Comissão Permanente do Conselho Regional.
Segundo a CCDR, esta reunião representou “um momento fundamental para o regular funcionamento e a boa governação da CCDR Alentejo, I.P.”, reforçando “a articulação institucional e o papel estratégico do Conselho Regional na definição e acompanhamento das políticas de desenvolvimento da região”.
Na eleição do vice presidente, num universo de 30 conselheiros com direito a voto, estiveram presentes 22 membros, tendo 20 votado favoravelmente e registando se dois votos em branco.
Já na eleição do Conselho Permanente, participaram 59 dos 80 membros conselheiros, com 53 votos favoráveis à lista apresentada e seis votos em branco.
Ficaram assim eleitos para o Conselho Permanente do Conselho Regional da CCDR Alentejo os seguintes membros. Para presidente, Hermínia Vilar, reitora da Universidade de Évora. Para vice presidente, Fermelinda Carvalho, presidente da Câmara Municipal de Portalegre. Como secretário, Carlos Pinto de Sá, presidente da Câmara Municipal de Montemor o Novo.
Foram ainda eleitos como vogais José Daniel Sadio, presidente da Câmara Municipal de Estremoz, Luís Loures, presidente do Instituto Politécnico de Portalegre, David Simão, em representação da Confederação Empresarial de Portugal, enquanto presidente do Núcleo Empresarial da Região de Beja, e José Manuel Santos, presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo.
Com esta composição, o Conselho Permanente passa a assegurar o acompanhamento regular das estratégias e instrumentos de desenvolvimento regional, num contexto em que o Alentejo enfrenta desafios ligados à coesão territorial, transição climática e valorização económica do território.





