O presidente da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIM Lezíria do Tejo), João Teixeira Leite, revelou que decorreu esta segunda-feira, uma reunião considerada “de enorme importância estratégica” para o futuro do território, no âmbito da criação da nova NUT II Oeste e Vale do Tejo (OVT).
O encontro juntou os presidentes das comunidades intermunicipais da Lezíria do Tejo, do Oeste e do Médio Tejo, respetivamente João Teixeira Leite, Hermínio Rodrigues e Manuel Jorge Valamatos, bem como os secretários executivos das três entidades, com o objetivo de trabalhar de forma articulada no plano de ação da nova unidade territorial.
“Este momento representa um passo decisivo na construção de uma estratégia comum, alinhada, ambiciosa e preparada para responder aos desafios e oportunidades do próximo ciclo de desenvolvimento”, afirmou João Teixeira Leite.
Segundo o responsável, a criação da NUT II Oeste e Vale do Tejo representa “uma nova escala de afirmação territorial”, abrangendo 34 concelhos e cerca de 800 mil habitantes, o que a posiciona como “um dos mais relevantes espaços de desenvolvimento do país”.
João Teixeira Leite destacou o potencial do novo território, referindo a “diversidade económica, força industrial, excelência agrícola, capacidade exportadora, inovação, conhecimento, turismo, património natural e cultural”, bem como “uma localização estratégica única entre a Área Metropolitana de Lisboa e o centro do país”.
O presidente da CIM Lezíria do Tejo mostrou-se convicto quanto ao futuro da nova unidade regional. “Estamos profundamente convictos de que a OVT tem dimensão, massa crítica e capacidade institucional para afirmar uma visão integrada de crescimento sustentável, coesão territorial e competitividade internacional”, sublinhou.
Para João Teixeira Leite, a OVT é “mais do que uma nova unidade estatística”, constituindo “uma oportunidade histórica para consolidarmos uma verdadeira estratégia regional, reforçarmos a captação de investimento, potenciarmos fundos europeus e construirmos um futuro mais forte, mais coeso e mais próspero para as nossas populações”.
O processo de construção do plano de ação continuará a ser desenvolvido em articulação entre as três comunidades intermunicipais, num trabalho conjunto que visa preparar o território para o próximo ciclo de financiamento e desenvolvimento regional.






