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Cheias mantêm pressão na Golegã, oito pessoas realojadas preventivamente

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A Câmara Municipal da Golegã fez um novo ponto de situação sobre a evolução das cheias no concelho, após a participação num briefing extraordinário do Centro de Coordenação Operacional Sub-Regional.

Segundo o comunicado, “a situação manteve-se, ao longo do dia, semelhante à que foi abordada na reunião do Posto de Comando Municipal desta manhã”, mantendo-se a monitorização permanente do caudal do Rio Tejo e das suas consequências no território.

O município confirma que se mantém “a inundação das zonas ribeirinhas das Freguesias de Azinhaga e Pombalinho”, situação que levou “ao realojamento preventivo de 8 pessoas para as duas Zonas de Concentração e Apoio à População previamente preparadas”.

De acordo com a autarquia, “os realojamentos decorreram de forma pacífica, em articulação com os Bombeiros Voluntários da Golegã, a GNR e os Serviços Municipais, que têm acompanhado de forma permanente a evolução de todas as ocorrências no território”.

O aumento do caudal do rio provocou ainda “alguns condicionamentos e cortes em vias de comunicação, que foram prontamente sinalizados e comunicados, mantendo-se todas as situações já referidas no comunicado anterior”.

O comunicado alerta ainda para o impacto das descargas das barragens. Está previsto “um aumento das descargas provenientes das barragens, motivado pelo acréscimo de emissões nas barragens em Espanha, que previsivelmente provocarão um aumento dos caudais no rio Tejo durante a madrugada do dia 7 de fevereiro”.

A autarquia garante que “o acompanhamento da situação continuará a ser constante”, destacando a importância da monitorização das descargas, tanto a nível internacional como nacional, para assegurar que todas as medidas se mantêm preventivas, atempadas e devidamente articuladas.

O município apela à população para que “acompanhe as informações apenas através das páginas oficiais”, onde são divulgadas as comunicações relevantes, e reforça que está empenhado em “minimizar o impacto da situação de cheias e em garantir a segurança de pessoas e animais”.

Por fim, é deixado um apelo à comunidade para que “adote comportamentos preventivos, evite deslocações para zonas alagadas e siga as orientações das entidades oficiais”.

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