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Chamusca exige inclusão na calamidade pública após estragos milionários das cheias

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Foto por: CMC
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O presidente da Câmara da Chamusca, Nuno Mira, exige a inclusão urgente do concelho e dos outros oito municípios da Lezíria do Tejo na resolução do Conselho de Ministros que declara calamidade pública, considerando “incompreensível” a exclusão face aos estragos provocados pelas sucessivas tempestades e cheias das últimas duas semanas.​

Em entrevista ao Notícias do Sorraia, o autarca descreveu um cenário de devastação, com estradas municipais «literalmente partidas ao meio», alcatrão escavado pela saturação dos solos, queda de uma ponte, taludes colapsados e deslizamentos de terras constantes. Estes fenómenos, agravados pela subida do caudal do Tejo em zonas como Pinheiro Grande, Chamusca e Arrepiado, obrigaram à evacuação de populações nas freguesias do Arrepiado e da Chamusca, destruindo casas, devastando a agricultura e causando «elevados prejuízos» a empresas.​

Nuno Mira estima os danos “na casa dos milhões” num concelho de 740 km² e que é o 21.º maior do país, abrangendo infraestruturas públicas, famílias e setor privado, com levantamentos ainda em curso. Sem o apoio governamental, “vai ser muito difícil” repor as condições das infraestruturas e ajudar as populações afetadas, vinca o autarca, que apela a uma intervenção estatal para refazer o território.​

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