Carlos Barroca apresenta em Santarém programa para a presidência da Federação Portuguesa de Basquetebol

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Foto por: D.R.
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Carlos Barroca, candidato à presidência da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB), apresenta o seu programa eleitoral numa sessão marcada para esta quinta-feira, 12 de março, às 20h30, no Pavilhão Municipal de Santarém.

A iniciativa é dirigida aos associados da Associação de Basquetebol de Santarém, mas está aberta à participação de todos os interessados na modalidade.

Entre os principais objetivos da candidatura está o reforço da formação e qualificação de todos os agentes ligados ao basquetebol. Segundo Carlos Barroca, este é um passo essencial para recuperar o protagonismo que a modalidade já teve no panorama desportivo nacional.

“É fundamental qualificar todos os agentes da modalidade, dirigentes, jogadores, treinadores, árbitros, pais e comunidades, para conseguirmos melhorar o basquetebol português. O basquetebol tem de voltar a ser uma modalidade líder em Portugal”, afirma o candidato.

Na sua perspetiva, o basquetebol português perdeu influência nos últimos anos, apesar de ter sido pioneiro em várias áreas do desporto nacional. “Tivemos a primeira liga profissional, a primeira escola de treinadores e a primeira associação nacional de treinadores de basquetebol, e todas as outras modalidades olhavam para nós. Infelizmente nos últimos anos, isso perdeu-se”, refere. Por isso, acrescenta, “o nosso compromisso é devolver ao basquetebol tudo o que perdeu. Temos de agir, mas só o conseguiremos fazer todos juntos”.

Uma das metas apresentadas pela candidatura é aumentar o número de praticantes federados para 45 mil até 2028, face aos cerca de 31 mil atuais. Para alcançar este objetivo, o programa aposta no investimento na formação de base, na qualificação de técnicos, na redução de custos e no reforço do papel dos clubes e das escolas.

“Vamos aumentar a competição para os mais jovens, preparando o futuro, e ajudar os clubes a ser mais profissionais. No fundo, construir sobre o que de bom tem sido feito e fazer ainda melhor”, afirma Carlos Barroca.

Entre as medidas previstas está a redução dos chamados custos de contexto para clubes e associações, através da criação de uma estrutura federativa responsável pela coordenação e negociação conjunta de serviços como transportes, alojamento, seguros ou outros apoios logísticos, promovendo economias de escala.

O programa inclui ainda a criação de um curso nacional de monitores de minibasquetebol, acessível e obrigatório para quem trabalha com crianças, com o objetivo de melhorar a qualidade da formação inicial e reduzir o abandono precoce da modalidade.

Outra proposta passa pela criação de direções técnicas nacionais dedicadas ao basquetebol feminino, ao basquetebol adaptado, à vertente 3×3 e ao minibasquetebol. A candidatura propõe também o programa “+1 técnico por clube”, destinado a reforçar a capacidade técnica e organizativa das estruturas desportivas, com apoio financeiro da federação.

A valorização da arbitragem jovem é igualmente uma prioridade, bem como a criação de um Conselho Estratégico Nacional do Basquetebol, órgão consultivo que reunirá representantes de clubes, associações, treinadores, atletas, ex-atletas, especialistas e pais, produzindo um parecer anual público sobre o desenvolvimento da modalidade.

A candidatura de Carlos Barroca conta com o antigo internacional Carlos Lisboa como embaixador e com o treinador Jorge Araújo como mandatário. Entre os nomes apontados para integrar os órgãos sociais da federação estão Felipe Gomes, Filipa Godinho, Júlio Matos e Hugo Rosa Ferreira como vice-presidentes, Alexandre Mota Pinto para presidente da Assembleia Geral e Bruno Casinha para presidente do Conselho de Arbitragem. Isabel Ribeiro dos Santos e Miguel Minhava são indicados como diretores técnicos para o basquetebol feminino e masculino, respetivamente.

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