Equipas da Força Especial da Proteção Civil de Santarém preparam-se para a segunda operação de retirada de habitantes que ficaram isolados em Reguendo do Alviela, Santarém.
São cerca de trinta pessoas que se mantiveram nos pisos superiores das habitações cada vez mais submersas pela subida das águas do Rio Alviela que desagua no Tejo.
As duas equipas da Proteção Civil e os Bombeiros de Pernes montaram uma base de socorro junto à zona alagada a cerca de dois quilómetros das casas atingidas pelas cheias.
Por voltas das 11:30 as duas lanchas foram colocadas na zona alagada junto à estrada submersa que ligava a localidade de Pombalinho a Reguengo do Alviela.
“A nossa prioridade é a segurança das pessoas”, disse hoje à Lusa João Leite, presidente da Câmara Municipal de Santarém.
A meio de manhã parou de chover.
As pessoas que vão ser retiradas de Reguendo do Alviela vão depois ser conduzidas ou a casas de familiares ou, em caso de necessidade, ao centro de acolhimento instalado no Centro Desportivo de Santarém.
Muitas estradas e, sobretudo acessos secundários, estão cortados pela subida das águas ou pela derrocada de terras provocada pela queda de chuva.
Os cortes nas estradas além de dificultarem as ligações rodoviárias em alguns pontos de Santarém dificultam os acessos às zonas mais seriamente afetadas pelas cheias.
Hoje, as autoridades já retiraram “três pessoas e um animal de companhia” de Reguengo do Alviela.





