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Autoridades alertam para fragilidades nos diques do Cartaxo após cheias

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As recentes intempéries que afetaram o Ribatejo expuseram vulnerabilidades nos diques do Cartaxo e zonas limítrofes, com equipas técnicas da APA e LNEC em alerta para “ressurgências” de água infiltrada. José Pimenta Machado, presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), confirmou intervenções urgentes durante a madrugada de 4 de fevereiro para estabilizar as estruturas sob forte pressão do Tejo, comparando a atual cheia à de 2013.

Maria da Graça Carvalho, Ministra do Ambiente, anunciou uma vistoria prioritária aos 23 diques ao longo de 58 km na região, focando-se em garantir segurança antes de avaliar danos maiores em campos agrícolas e linhas de água obstruídas. A governante sublinhou que o país enfrenta “uma calamidade muito grande”, com destruição no litoral, arribas frágeis (como em Santarém e Portalegre) e margens de rios como Minho, Douro, Mondego e Guadiana.

A governante revelou planos para redirecionar verbas de fundos como Ambiental, Coesão e o remanescente do PRR (que termina em agosto) para obras de resiliência. Projetos como fotovoltaicos com baterias serão adaptados para geradores em zonas isoladas, escalonando investimentos menos urgentes para priorizar proteção costeira e fluvial.

Machado enfatizou a monitorização contínua, alertando que a pressão elevada do Tejo exige intervenções imediatas para evitar finos arrastados pela água, em colaboração com municípios e LNEC. Ambas as autoridades coincidem na frequência crescente destas calamidades, apelando a maior adaptação das infraestruturas.

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