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Associação Febre Amarela anuncia programação cultural diversificada para o final de 2025 na Glória do Ribatejo

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A Associação Febre Amarela apresentou a sua programação cultural para o final de 2025, um calendário marcado pela diversidade e pelo objetivo de aproximar a comunidade da música, do teatro e do convívio. A maior parte das iniciativas tem acesso gratuito, sendo apenas pago o tradicional jantar-convívio de aniversário.

Uma das novidades é a estreia do formato Glória ao Rock: Fora D’Horas, que pela primeira vez prolonga o festival Glória ao Rock para além da sua edição principal. O arranque está marcado para 27 de setembro, no Museu Etnográfico da Glória do Ribatejo, com um concerto de CAIO. A 13 de dezembro, o Espaço Jackson recebe uma noite de música com as atuações de MONCHMONCH e tédio fc. O novo modelo, totalmente gratuito, pretende dinamizar diferentes espaços da vila e dar maior visibilidade a artistas emergentes. Já estão confirmadas mais duas datas para janeiro e fevereiro de 2026.

A programação inclui também teatro, com a apresentação da peça “Doidas de Morte”, da companhia GrutaForte, numa encenação de Pedro Cera a partir de “O Doido e a Morte”, de Raul Brandão. Com esta aposta, a associação reforça a sua intenção de diversificar a oferta cultural e estimular o contacto da comunidade com o teatro.

O cineclube da Associação Febre Amarela mantém as suas sessões regulares na sede, com a ambição de alargar a atividade ao Espaço Jackson, criando novas oportunidades de acesso ao cinema na Glória do Ribatejo.

Os 32 anos da associação serão celebrados com o jantar-convívio na Casa do Povo, em data a anunciar. O jantar é pago, mas a animação que se segue, aberta à população, prolonga-se pela noite.

Para João Pedro Monteiro, presidente da Associação Febre Amarela, esta programação traduz “um compromisso claro com a diversificação cultural da Glória do Ribatejo”. O responsável sublinha a importância de aproveitar espaços como o Espaço Jackson, que considera ideal para acolher espetáculos, e reforça que o acesso gratuito à maioria dos eventos garante “a democratização da cultura e a participação de toda a comunidade”.

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