Águas do Ribatejo preside a encontro com entidades gestoras de redes

Águas do Ribatejo preside a encontro com entidades gestoras de redes

1 Novembro 2021, 11:31 Não Por Redacção

A Águas do Ribatejo, representada pelo seu Director Geral, José António Moura de Campos, irá presidir ao Encontro Nacional de Entidades Gestoras – ENEG 2021, que decorrerá entre 23 e 26 de Novembro, no Centro de Congressos do Algarve, em Vilamoura.

O evento é organizado pela Associação Portuguesa de Distribuição e Drenagem de Águas APDA, a maior associação de entidades gestoras do país, cuja mesa da Assembleia Geral é presidida por Francisco Oliveira, Presidente do Conselho de Administração da AR e do Município de Coruche, participando nos encontros Miguel Carrinho, Director Administrativo e Financeiro da AR, Inês Matos, Directora de Produção e Tratamento e João Barros, Director Comercial da empresa intermunicipal que integram as comissões específicas da APDA e irão participar nos trabalhos que reúnem 36 oradores e oito moderadores com um Grande Debate e sete mesas redondas com os mais destacados especialistas nas várias áreas do sector.

A Águas do Ribatejo participará também no concurso nacional de montagem de ramal em carga “Pipe Contest” com uma selecção  apurada entre as várias equipas da AR que diariamente estão no terreno a garantir o abastecimento de água a 150.000 pessoas. Sílvia Caetano, João Martins, Fernando Carmo e António Graça formam a equipa da AR.

Os temas a debate serão os seguintes:

Debate “Dificuldades na gestão da água e a emergência climática: mudanças necessárias” | 25 novembro |
09h30-13h00
Numa altura em que na gestão da água subsistem, apesar de todos os esforços, vários constrangimentos e
dificuldades vindos do passado, no momento em que aumenta a pressão decorrente da emergência climática e
são introduzidos novos desafios marcados pela situação pandémica que vivemos, este é o debate que se impõe.
O debate sobre as mudanças necessárias, envolvendo os principais atores do setor, é absolutamente central para
traçar um roteiro que traga melhores soluções para problemas antigos e aponte novos caminhos para problemas
que ainda não são verdadeiramente conhecidos em toda a sua dimensão.


Mesa Redonda 1 “O valor da água enquanto serviço público essencial” | 23 novembro | 14h30-16h00
Esta é, cada vez mais, uma questão central para o setor da água. A falta de reconhecimento dos serviços
prestados pelas Entidades Gestoras não contribui para a perceção do valor do serviço prestado. Sem mudar o
paradigma não será possível que os consumidores percecionem a importância destes serviços na sua qualidade
de vida e no seu contributo para a preservação do meio ambiente. O que podemos fazer para que este valor seja
percecionado? Como devemos comunicar de forma mais eficaz, para dentro e para fora?


Mesa Redonda 2 “Circularidade, descarbonização e sustentabilidade como instrumentos para a criação de
valor” | 23 novembro | 16h30-18h00
A construção de serviços de água circulares, sustentáveis e neutros em carbono traz um conjunto de desafios,
mas também muitas oportunidades de negócio. A economia circular apresenta-se como um modelo económico
regenerador e restaurador rumo ao desenvolvimento sustentável, nomeadamente no que concerne à
transformação das ETAR em fábricas de recursos com a recuperação e valorização de subprodutos com valor
comercial (água, energia, lamas e outros). Aproveitar essas oportunidades é essencial para a criação de valor nas
entidades gestoras.

Mesa Redonda 3 “Perdas de água – Modelos e metodologias para resultados de excelência” | 24 novembro |
09h30-11h00
Mobilizar todas as entidades gestoras para a necessidade de melhoria da eficiência hídrica dos sistemas de
abastecimento de água é o mote desta mesa redonda. Serão abordados os fatores críticos para o desenho e
implementação de uma estratégia bem-sucedida de redução e controlo de perdas de água, bem como
partilhadas experiências e metodologias de referência no setor.

Mesa Redonda 4 “Satisfação e experiência do cliente” | 24 novembro | 11h30-13h00
A digitalização impulsionada pela COVID-19 veio acelerar a alteração de paradigma na relação com o cliente.
Neste contexto, e perante uma sociedade mais informada e exigente, é imprescindível que as entidades gestoras
coloquem o cliente no centro da sua estratégia, proporcionando-lhe experiências agradáveis em todas as
interações. As boas práticas de otimização da experiência do cliente vão estar em destaque nesta mesa redonda
com a participação de oradores de dentro e de fora do setor.

Mesa Redonda 5 “Gestão e valorização das pessoas: desafios e oportunidades” | 24 novembro | 14h30-16h00
A gestão estratégica de pessoas é atualmente um dos maiores desafios das entidades gestoras, sejam elas
públicas ou privadas. Para fazer face às novas exigências, impõe-se a adoção de iniciativas que ajudem a valorizar
e potenciar os colaboradores. Capacitação, motivação, envolvimento, desenvolvimento e reconhecimento
assumem-se como fatores críticos de sucesso e, como tal, serão o foco desta mesa redonda.

Mesa Redonda 6 “A máquina do tempo – Visão do setor em 2050” | 24 novembro | 16h30-18h00
Vamos entrar na máquina do tempo e proporcionar uma viagem aos serviços de água em 2050. Uma visão de
um setor mais sustentável e do caminho para lá chegar e dos desafios a vencer. Um caminho moldado pelos
desenvolvimentos tecnológicos, que exige alterações fundamentais ao nível das estruturas de gestão e
governação, dos modelos de negócio e de operação e dos métodos de organização do trabalho como resposta à
evolução dos valores sociais e culturais dos cidadãos e consumidores

Mesa Redonda 7 “PENSAARP 2030 – Onde estamos e para onde vamos?” | 25 novembro | 14h30-17h00
O PENSAARP 2030 dá sequência a quatro ciclos estratégicos após o início da grande reforma do setor da água.
Como podem ser ultrapassados os problemas crónicos do setor? Quais são os investimentos prioritários e as
fontes de financiamento disponíveis? Que modelos de governança e de estruturação devem ser privilegiados?
Quais os fatores críticos para a circularidade, descarbonização, digitalização e inovação do setor? Como devem
ser suportados os custos da gestão das águas pluviais? São estes os motes para a mesa redonda que se propõe
discutir a visão, os objetivos e as metas definidas no novo plano estratégico