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Agressor viola pulseira eletrónica e acaba detido preventivamente

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Um homem, que a 29 de outubro viu o Tribunal de Santarém aplicar-lhe uma pulseira eletrónica, pelo crime de violência doméstica, viu agora o mesmo tribunal aplicar-lhe a medida de coação mais gravosa, de prisão preventiva, depois deste “sem autorização”, ter retirado a pulseira eletrónica, estando em fuga entre os dias 26 de fevereiro e 1 de março, dia em que foi detido pelo e retirou a pulseira eletrónica, mantendo-se em fuga até ao dia 01 de março, data em foi detido novamente pelo Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Especificas (NIAVE) da GNR.

Segundo explica o Ministério Público, o arguido e a vítima, residentes no Cartaxo, viveram entre 2011 e 2023 um relacionamento, da qual nasceram duas filhas.Após a separação, ocorrida em agosto de 2023, a relação entre ambos, que era marcada por alguns episódios de violência, agravou-se, vindo o homem a ser detido a 29 de outubro de 2024.

Após ser ouvido em primeiro interrogatório no Tribunal de Santarém, “o arguido foi detido e sujeito a interrogatório judicial tendo-lhe sido aplicada, para além da proibição de contactos com a ofendida, a medida de coação de prisão preventiva, até que a DGRSP apurasse das condições para aplicação da medida de coação de obrigação de permanência na habitação sujeita a vigilância eletrónica, medida que veio a ser aplicada em 18 de novembro de 2024”, explica o Ministério Público.

No dia 26 de fevereiro de 2025, o arguido ausentou-se da residência, sem autorização, e retirou a pulseira eletrónica, mantendo-se em fuga até ao dia 01 de março, data em que NIAVE o veio a localizar e a deter novamente.

Presente a juiz, findo o interrogatório, em consonância com o requerido pelo Ministério Público, foi aplicada ao arguido a medida de coação de prisão preventiva.

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