Abertas as candidaturas ao Prémio Augusta Pinheiro

Abertas as candidaturas ao Prémio Augusta Pinheiro

16 Novembro 2021, 13:15 Não Por Redacção

A Associação Portuguesa de Enfermeiros de Cuidados em Estomaterapia (APECE) e a empresa B. Braun acabam de abrir as candidaturas para o “Prémio Augusta Pinheiro – B. Braun de Boas Práticas em Investigação”, cujo processo estará aberto até dia 5 de Janeiro de 2022. O objectivo é dinamizar a investigação na área da Estomaterapia, por forma a contribuir para a produção de evidência científica base das boas praticas e melhoria dos cuidados, bem como da qualidade de vida, da Pessoa com Ostomia. 

Criado em 2017, o Prémio Augusta Pinheiro é uma forma de reconhecimento anual de boas práticas de investigação, que pretende distinguir o melhor trabalho de investigação clínica na área de Estomaterapia, elaborado por enfermeiros a nível nacional e totalmente realizado em instituições portuguesas.

Os vencedores vão receber uma bolsa no valor de 2 mil euros, que será entregue no decorrer do Congresso Nacional de Estomaterapia APECE 2022, que vai realizar-se nos dias 18 e 19 de Fevereiro, na Póvoa do Varzim.

Os investigadores interessados devem formalizar o seu processo de candidatura, enviando a documentação necessária para o email para do secretariado da APECE: investigacao@estomaterapia-apece.pt

Para mais informações, consulte o regulamento da candidatura em: https://estomaterapia-apece.pt/premios

As vencedoras do prémio de 2020 foram as enfermeiras Brizida Manuela Barbosa Pereira, Sílvia Maria Moreira Queirós e Maria Alice Correia de Brito. As três investigadoras foram distinguidas pela submissão do trabalho “Validação do formulário de avaliação do desenvolvimento da competência de autocuidado na pessoa com ostomia de ventilação”, realizado no âmbito do Curso de Mestrado em Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola Superior de Enfermagem do Porto e aplicado em três hospitais do Norte do país. Brizida Manuela Barbosa Pereira foi a investigadora principal, Sílvia Maria Moreira Queirós e Maria Alice Correia de Brito, co investigadoras.